Foto: Canva
por: Credtimes
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A Oracle vive um "cabo de guerra" financeiro em março de 2026. De um lado, o crescimento explosivo em IA; do outro, o custo altíssimo para sustentar essa expansão, colocando sua nota de crédito sob constante observação.
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O fluxo de caixa livre da gigante atingiu negativos US$ 24,7 bilhões nos últimos 12 meses. Esse déficit histórico é reflexo direto do salto agressivo nas despesas para construção de infraestrutura de nuvem para IA.
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Para financiar essa corrida, a empresa planeja captar até US$ 50 bilhões em 2026 através de dívida e ações. O mercado reagiu com cautela, pois a alavancagem deve superar 3,5x o EBITDA no atual ano fiscal.
Apesar da pressão financeira, o desempenho operacional quebra recordes. No terceiro trimestre de 2026, a receita total subiu 22%, atingindo US$ 17,2 bilhões, o melhor resultado da companhia em mais de 15 anos.
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A divisão de infraestrutura de nuvem (IaaS) disparou 84%, impulsionada por parcerias estratégicas com gigantes como a OpenAI. Isso gerou um otimismo imediato nas ações, que subiram até 10% após os resultados.
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Existe uma clara divergência: enquanto acionistas comemoram o lucro, credores monitoram os spreads de risco. A aposta da gestão é que o faturamento futuro da IA superará os custos bilionários dos novos data centers.
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O risco de crédito é controlado, mas real: a Fitch manteve o rating 'BBB' com perspectiva estável, apostando na meta de US$ 90 bilhões em receita para 2027 como prova da sustentabilidade da dívida de longo prazo.