Foto: Canva
por: Credtimes
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O reajuste salarial concedido aos servidores públicos impacta diretamente a capacidade de endividamento, pois a margem consignável é calculada como um percentual fixo sobre o valor da remuneração mensal líquida.
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Servidores federais aguardam a segunda parcela do aumento salarial prevista para a folha de abril de 2026, enquanto estados como Minas Gerais já sancionaram recomposições na casa de 5,4% para o funcionalismo.
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Aposentados e pensionistas do INSS também registraram reajustes no início de 2026, com índices de aproximadamente 3,9% para quem recebe acima do mínimo, o que gera automaticamente uma liberação de valores extras em folha.
Atualmente, a estrutura da margem para a maioria dos beneficiários é dividida em 35% para empréstimos convencionais, 5% para cartão de crédito consignado e outros 5% exclusivos para o cartão de benefício consignado.
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O aumento salarial permite que o servidor realize novas contratações utilizando apenas o valor excedente do reajuste, o que ajuda a manter o mesmo poder de compra e o salário líquido que ele já recebia anteriormente.
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Para aqueles que possuem margem negativa ou atingiram o teto de gastos permitido, o novo índice salarial atua como um mecanismo de regularização, possibilitando futuros refinanciamentos ou a quitação de débitos retidos.
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O reajuste amplia sim o acesso ao crédito, pois ao elevar o salário bruto, eleva-se proporcionalmente o espaço disponível no contracheque para novos descontos, liberando novos limites para empréstimos em 2026.