Foto: Canva
por: Credtimes
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O empréstimo consignado tornou-se um recurso de sobrevivência para aposentados no Brasil, sendo amplamente utilizado para cobrir despesas básicas e emergenciais diante da atual vulnerabilidade econômica das famílias.
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Pesquisas da Associação Brasileira de Bancos indicam que cerca de 56% dos beneficiários do INSS recorrem a essa modalidade de crédito especificamente para quitar dívidas atrasadas e arcar com custos de consumo diário.
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A pressão sobre a renda dos idosos é acentuada pelo fato de que, em 88% dos casos analisados, o aposentado figura como o principal ou único responsável pelo sustento financeiro de todo o núcleo familiar residente.
O governo ampliou o prazo máximo de quitação das parcelas de 84 para 96 meses, uma medida que visa reduzir o valor mensal descontado, embora estenda o período de endividamento do segurado por até oito anos seguidos.
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Para combater o assédio comercial e fraudes, a Lei nº 15.327/2026 estabeleceu o bloqueio automático de benefícios para novas operações, exigindo biometria e assinatura eletrônica para qualquer tipo de desbloqueio.
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O superendividamento é um risco real, pois o comprometimento da renda pode chegar a 45% do benefício total, criando uma dependência cíclica onde o idoso precisa de novos créditos para cobrir o que foi descontado.
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O principal motivo para o aumento dessa busca é a necessidade de quitar contas básicas, já que 35% dos usuários contratam o crédito especificamente para amortizar débitos acumulados e manter o pagamento em dia.