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por: Credtimes
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O financiamento imobiliário começou 2026 com o pé esquerdo. Em janeiro, o volume de crédito com recursos da poupança (SBPE) caiu 8%, totalizando R$ 12,1 bilhões. O que está travando o setor?
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O grande vilão é a "fuga" da caderneta. Só em 2025, os brasileiros sacaram R$ 85,5 bilhões. Com menos dinheiro depositado, os bancos perdem o chamado "funding" barato para emprestar aos compradores.
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Com a Selic alta, os investidores preferem CDBs e Tesouro Direto, que rendem muito mais que a poupança. Esse movimento força os bancos a buscarem fontes de recursos mais caras, encarecendo os juros para você.
Mas há sinais de reação! A Caixa Econômica Federal anunciou recentemente a retomada do financiamento de imóveis de luxo (acima de R$ 2,25 milhões) e voltou a permitir o financiamento de até 80% do valor no modelo SAC.
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O governo também entrou no jogo para socorrer o mercado. Uma transição gradual vai liberar até R$ 36,9 bilhões dos depósitos compulsórios dos bancos para o setor imobiliário até 2026, tentando compensar a queda da poupança.
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Especialistas alertam: o cenário exige cautela e comparação. Com a escassez de recursos da poupança, outros modelos de crédito, como as LCI e Letras Imobiliárias, ganham força como alternativa de financiamento.
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O veredito? Apesar da queda de 8%, o mercado está se adaptando com novas regras e liberação de compulsório. O crédito imobiliário não parou, mas ficou mais seletivo e dependente de fontes além da poupança tradicional.