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Dívida no cartão? Especialista ensina como sair do vermelho

por: Credtimes

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No cenário econômico de 2026, o cartão de crédito permanece como o principal fator de inadimplência no Brasil, sendo frequentemente utilizado de forma equivocada como uma extensão da renda mensal das famílias.

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Considerada a modalidade de crédito mais cara do mercado, os juros do rotativo podem transformar pequenas compras em grandes pendências financeiras caso a fatura não seja liquidada integralmente no vencimento.

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Uma estratégia eficaz recomendada por analistas é a troca de dívidas, substituindo os juros elevados do cartão por linhas de crédito mais baratas e saudáveis, como o empréstimo consignado ou o crédito pessoal.

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A Lei do Desenrola estabeleceu um teto importante para os encargos, determinando que o valor total dos juros não pode ultrapassar 100% do valor original da dívida, evitando que o débito cresça indefinidamente.

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Para uma organização financeira eficiente, é fundamental priorizar o pagamento das contas que possuem as maiores taxas de juros, evitando que o efeito dos juros compostos comprometa o orçamento a longo prazo.

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O uso de plataformas de renegociação, como o Serasa Limpa Nome, permite que o consumidor obtenha descontos agressivos, que podem chegar a 99% para quitação de débitos antigos ou pagamentos feitos à vista.

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Segundo especialistas, a dívida do cartão deve ser encarada com urgência máxima, pois o atraso gera um ciclo de juros rotativos que pode dobrar o valor devido em poucos meses se não houver intervenção.