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por: Credtimes
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O governo dos Estados Unidos incluiu o Pix no relatório anual National Trade Estimate de 2026, que analisa barreiras ao comércio exterior e práticas que afetam a competitividade de empresas americanas no mundo.
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O documento alega que o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos dispensa as taxas de intermediação tradicionalmente cobradas por operadoras, o que reduziria a margem de lucro de companhias estrangeiras.
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A Casa Branca manifestou preocupação com o fato de o Pix ser operado e regulado diretamente pelo Banco Central do Brasil, interpretando isso como um possível desequilíbrio para a livre atuação de redes privadas.
O escritório do Representante de Comércio dos EUA iniciou uma investigação baseada na Seção 301 da Lei de Comércio, ferramenta utilizada para identificar práticas desleais que podem resultar em sanções tarifárias.
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O sucesso do sistema é visto como uma ameaça à infraestrutura financeira global, uma vez que o Pix já processa um volume de transações diárias superior ao das redes Visa e Mastercard somadas em território brasileiro.
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O governo brasileiro defende a ferramenta como um símbolo de soberania financeira e inclusão digital, afirmando que o modelo garante eficiência e neutralidade tecnológica sem discriminar competidores externos.
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A administração de Donald Trump afirma que o Pix cria uma desvantagem competitiva real para as gigantes americanas de cartões, pois o sistema substitui serviços essenciais que antes eram dominados por essas empresas.